Decidir o destino de cada página
O caminho fácil é ordenar URLs por tráfego e apagar as últimas. Esse método falha quando uma página responde a uma pergunta rara, recebe referências, apoia outra página ou pode ser recuperada. Nós usamos um processo estruturado: reunimos dados, lemos intenção, verificamos relações e classificamos ações. O resultado é um mapa que mostra o que manter, melhorar, combinar, redirecionar, não indexar ou remover. Não substitui a decisão da equipa, mas torna-a mais informada e consistente.
Mais contexto
Ver contexto antes da remoção
Prioridades claras
Agir pela ordem certa
Decisões rastreáveis
Registar razões e dependências
Como trabalhamos passo a passo
Um fluxo simples para passar de uma biblioteca confusa a decisões que a equipa consegue executar.
Reunir dados e objetivos
Começamos por reunir o endereço do site, objetivos, modelos de página, dados disponíveis e preocupações da equipa. Pedimos apenas o necessário para entender o cenário. Se uma fonte estiver incompleta, registamos essa limitação em vez de preencher lacunas com suposições.
O que avaliamos antes de recomendar uma mudança
Mais contexto antes de remover
Olivenixarem
Evidência antes da ação
Dados usados
Considera sobretudo visitas e esquece intenção, ligações e função.
Prioridade
Pode criar listas extensas sem explicar dependências ou ordem.
Risco editorial
Ignora relações entre URLs e pode retirar valor acumulado.
Atualização
Nem sempre distingue conteúdo recuperável de conteúdo sem função.
Contexto comercial
A mesma regra pode ser aplicada a sites com objetivos muito diferentes.
Rastreabilidade
Sem registo de hipóteses, fica difícil rever decisões depois.
Decisão por tráfego
Remove primeiro, pergunta depois
Dados usados
Considera sobretudo visitas e esquece intenção, ligações e função.
Prioridade
Pode criar listas extensas sem explicar dependências ou ordem.
Risco editorial
Ignora relações entre URLs e pode retirar valor acumulado.
Atualização
Nem sempre distingue conteúdo recuperável de conteúdo sem função.
Contexto comercial
A mesma regra pode ser aplicada a sites com objetivos muito diferentes.
Rastreabilidade
Sem registo de hipóteses, fica difícil rever decisões depois.
Da evidência à ação
Reunimos URLs, dados disponíveis, ligações, datas, modelos e objetivos. O primeiro resultado é uma base comum, com lacunas identificadas. Sem esta etapa, decisões posteriores podem misturar páginas diferentes e criar trabalho duplicado.
Atribuímos uma ação possível a cada grupo e explicamos o motivo. O plano diferencia atualização, consolidação, redirecionamento, não indexação e remoção. Também regista dependências técnicas e editoriais.
Definimos sinais para observar depois das alterações e uma data de revisão. O acompanhamento não promete um resultado fixo; ajuda a aprender com mudanças reais e a corrigir decisões quando a evidência indicar outro caminho.